Depois de cair na rodar na rede aquele que pode ser o nome do sucessor do Gallardo - Cabrera - rumores dizem que o novo superesportivo da Lamborghini terá em torno de 600 cv de potência. A potência tanto do Gallardo, quanto do já aposentado Murcielago, foram crescendo durante os anos de produção por melhorias nos motores. O assim chamado, Cabrera, quando iniciar a produção partirá dos mesmos processos de produção e materiais utilizados no Aventador, superesportivo que substituiu a Murcielago.
No início da produção do Gallardo seu motor V10 de 5.0 l gerava 500 cv de potência a 7.800 rpm e 52 kgfm de torque a 4.500 rpm, sendo que 80% desse torque já estava disponível a 1.500 rpm e bloco e cabeçote eram feitos em alumínio. Para a próxima geração o motor V10 deve ter sua capacidade cúbica aumentada e receber reforço de indução forçada - leia-se supercharged - para atingir os supostos 600 cv. A última edição do Gallardo, a LP570-4, como diz o nome gera 570 cv de potência.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Sucessor do Lamborghini Gallardo pode ter 600 cv
Sucessora da Ferrari 599 GTO pode ter 700 cv
A Ferrari ainda colhe os frutos do bem sucedido lançamento da FF que foi uma mudança absurda na linha da empresa e ainda assim conseguiu agradar aos amantes da marca e de carros. Mesmo com tanto sucesso, a marca não para e já começa a trabalhar na sucessora da 599 para agradar aqueles que apesar de toda a tecnologia existente na confecção e produção da FF, argumentam que ela não traz o espírito de um superesportivo.
O bólido sucessor da 599 seria ainda mais leve e rápido que o atual modelo e com o principal atrativo para os puristas, tração traseira. As informações dadas por fontes internas da Ferrari durante o evento de lançamento da FF aos jornalistas. A potência do novo GT desenvolvido em Maranello pode superar os 700 cv de potência se levado em conta o aumento de potência que houve da FF em relação a 612 Scaglietti e no fato de que a Ferrari 599 GTO, a versão mais nervosa da 599 já desenvolve 661 cv de potência.
Ferrari fabricará 4x4 em Pernambuco
Modelo inédito inaugura primeira linha da marca fora da Itália
Car and Driver
A Ferrari começará a fabricar carros no Brasil a partir de 2014. A decisão foi anunciada na manhã desta sexta-feira em Modena, Itália, sede da empresa, em reunião entre o diretor do recém criado Departamento Estratégico da Ferrari, Adalberto Nasolungo, e representantes da prefeitura de Suape, Pernambuco. A fábrica funcionará, a princípio em regime de CKD (os carros serão montados com peças trazidas da Itália) e ocupará um galpão anexo às instalações da nova fábrica da Fiat no Recife.
Nasolungo não adiantou qual carro inaugurará a primeira linha da marca fora da Itália, mas disse que será um modelo inédito. Um dos integrantes da comitiva pernambucana, contudo, revelou que será um utilitário-esportivo de sete lugares e tração integral. "Haverá duas versões", informou, "uma luxuosa, com motor 12 cilindros, e outra mais simples, com motor seis cilindros em linha." O objetivo é concorrer com os modelos coreanos. Parte da produção será exportada para os Estados Unidos. A fonte também disse que a Ferrari estuda a fabricação de um sedã econômico, equipado com motor quatro cilindros MultiAir, para ser vendido em países emergentes.
Em seu discurso durante a assinatura do contrato entre a Ferrari e a Prefeitura de Suape, Nasolungo disse que a fábrica brasileira inaugura uma nova era para a Ferrari. "Até 2020 teremos linhas de produção na China, Índia e Venezuela", declarou.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Ferrari 356 GTB4 Daytona
O nome era homenagem à vitória da Ferrari em Daytona, glória que ela nunca alcançou
Por Fabiano Pereira | Marco de BariHá na Ferrari 365 GTB4 uma aura de revanche moral. Seu mito vem mais do poder da mídia que do carro em si. Sucessora da 275 GTB4, ela foi revelada no Salão de Paris de 1968 e logo apelidada de “Daytona”. A origem estava no pódio dominado pela Ferrari nas 24 Horas de Daytona no ano anterior. Era, para a imprensa especializada, uma forma de revidar o “Carrasco da Ferrari”, alcunha que ela deu ao Ford GT40, superior à escuderia italiana em Le Mans de 1966 a 1969. Desde então, o Daytona praticamente virou nome.
O modelo foi a última Ferrari de V12 antes de a Fiat adquirir 40% das ações da empresa, em 1969. Nos EUA, graças à legislação local, seria a última com esse motor até 1984. A carroceria de aço tinha capô, portas e tampa do porta-malas de alumínio. Desenhada pela Pininfarina, ela mantinha as clássicas proporções de frente longa e traseira curta. Mas impressionava pela faixa de plástico Plexiglass que cobria toda a dianteira, sobrepondo-se aos faróis duplos.
O V12 da 275 GTB4, com um comando duplo no cabeçote por bancada, ganhou bloco maior. Com 4,4 litros, vinha com seis carburadores Weber e entregava 352 cv. O câmbio tinha cinco marchas. Já no Salão de Frankfurt de 1969 viria a conversível, a 365 GTS4. A faixa de Plexiglass deu lugar ao sistema escamoteável de faróis em 1971. Nesse ano surgiu a 365 GTC4, com desenho diferenciado, interior 2+2 e 340 cv.
A Ferrari Daytona só tem espaço para duas pessoas
O modelo de corrida tinha carroceria de alumínio, rodas mais largas, spoiler dianteiro e outras alterações. Depois, só capô e tampa do porta-malas seriam de alumínio. Nas 24 Horas de Le Mans de 1972, ela faturou os cinco primeiros lugares da sua categoria, que venceria ainda nos dois anos seguintes.
As fotos mostram um exemplar de 1974 à venda na importadora Platinuss, de São Paulo. Conhecida dos leitores mais antigos, Emerson Fittipaldi já havia apresentado essa unidade na edição de janeiro de 1974. Era a primeira Ferrari que ele dirigia. O acesso ao interior é fácil e tanto câmbio quanto comandos estão ao alcance das mãos. O assento poderia ser mais confortável, mas a visibilidade era generosa. O desempenho impressionava: “A 240 km/h eu tinha a impressão de estar só a uns 150”. Engates e escalonamento do câmbio são precisos, mas a direção, com volante bem inclinado, pesa nas curvas. A Daytona tende ao sobresterço, é difícil controlá-la nessa situação. Outra crítica ia para o fading dos freios. “Depois de algumas curvas um pouco mais forçadas, o pedal de freio já estava bem baixo.”
Escamoteáveis, os faróis duplos ficam ocultos sob a carroceria
Quando a revista chegou às bancas, a 365 GTB4 estava saindo de linha. Até 1973 foram feitas 1 284 cupês e 122 conversíveis, substituídas pela 365 GT4 Berlinetta Boxer, essa sim um ponto de virada mais na tecnologia que na estética da marca. Com a Daytona, a Ferrari vendeu pela primeira vez mais de 1 000 exemplares de um modelo. Todos foram e ainda são celebrados como a resposta à Ford que a 365 GTB4 nunca foi de fato, uma distorção que garantiu a ela um lugar de destaque na história da marca.
A ORIGINAL
A verdadeira responsável pela vitória tripla da Ferrari em Daytona foi a 330 P4 (foto). Com seu V12 de 450 cv, inovava ao ter cabeçote de três válvulas. O chassi era mais curto que o da 330 P3 e a suspensão foi melhorada. Chegava a 320 km/h. Essa sim merecia o apelido Daytona que nunca recebeu.
Motor: 12 cilindros em V de 4,4 litros
Potência: 352 cv
Câmbio: manual de 5 velocidades
Carroceria: cupê, cupê 2+2 (GTC4) e conversível (GTS4)
Dimensões: comprimento, 442 cm; largura, 176 cm; altura, 124 cm; entre-eixos, 240 cm
Peso: 1 200 kg
0 a 100 km/h: 5,4 segundos
Velocidade máxima: 280 km/h
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Ferrari mostra cupê FF rodando sobre a neve
Carsale
A Ferrari divulgou nesta sexta-feira (4) as primeiras imagens do cupê FF em movimento. Pronto para estrear daqui a um mês, no Salão de Genebra, na Suíça, o superesportivo aparece rodando sobre a neve, piso que requer tração nas quatro rodas, justamente a maior inovação do cupê de quatro lugares – daí a sigla FF, de Ferrari Four. O sistema de tração integral (4X4), batizado de 4RM, foi totalmente desenvolvido pela fábrica de Maranelo e é 50% mais leve que seus similares.
Com linhas assinadas pelo renomado estúdio italiano Pininfarina, o Ferrari FF é o sucessor 612 Scaglietti, cupê de quatro lugares (2+2) lançado pela marca em 2004. Suas formas chamam a atenção por buscarem favorecer o espaço interno, especialmente o porta-malas, capaz de levar respeitáveis 450 litros. Segundo a Ferrari, foi necessário combinar a estrutura de um hatch à de uma perua para ganhar espaço. Com os bancos traseiros rebatidos, o volume passa a excelentes 800 litros.
Mas o que não poderia faltar mesmo nessa Ferrari era disposição. E a marca do cavalo rampante caprichou. O largo capô acomoda o novo motor 6.3 litros V12 a gasolina, dotado de injeção direta. O bloco produz 660 cv de potência a 8 mil giros, força capaz de levar o modelo à máxima de 335 km/h. A aceleração de zero a 100 km/h é ligeira: ocorre em 3,7 segundos, apesar das quase 1,8 tonelada de peso. O câmbio automatizado de dupla embreagem veio dos carros de competição da marca.
Ao mesmo tempo, a Ferrari se preocupou com o lado ecológico. Para reduzir o volume de emissões, a fábrica italiana instalou o sistema start/stop, que desliga o motor em paradas curtas para economizar combustível. Com o recurso, a montadora anuncia uma média de 6,4 km/l em percursos mistos (cidade/estrada), marca interessante em um superesportivo do seu porte. O FF ainda terá uma lista de série sofisticada, com amortecedores magnéticos e freios de alta performance da Brembo.
Alfa Romeo cogita novo cupê esportivo
A Alfa Romeo estaria desenvolvendo um cupê de tração traseira e motor traseiro que se tornaria o principal modelo da montadora milanesa.
O esportivo deve ser apresentado na forma de carro-conceito e, se tudo der certo, pode fazer sua estreia no Salão de Genebra, que acontece na Suíça em março. Segundo informações da agência de notícias Automotive News, o protótipo deve se chamar 4C GTA e sua versão definitiva poderia ser comercializada por aproximadamente 40 mil euros (o que equivale a 55 mil dólares).
A produção do 4C GTA teria início no fim de 2012 em uma das fábricas da Fiat na Itália. De acordo com fontes ligadas à Alfa Romeo, a montadora pretende fabricar entre 20 mil e 25 mil unidades do novo cupê no prazo de cinco anos.
A intenção da Alfa é criar um esportivo com preço relativamente acessível, o que não aconteceu com o 8C Competizione. O bólido produzido entre 2007 e 2008 era caro demais para a maioria dos clientes da marca italiana. Na versão sem capota, o 8C era vendido por aproximadamente 213 mil euros. Sua produção foi limitada em apenas mil unidades.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Alfa Romeo Mito terá motor TwinAir em 2012
Equipado com inovador motor de dois cilindros, modelo promete 22,2 km/l
MotorDream - com Infomotori/Itália
Esta unidade de 875 cc é uma das soluções encontradas pela Fiat para manter o seu lugar de construtor mais ecológico do Velho Continente. O motor TwinAir promete, segundo a Fiat, emissões de CO2 de 92 g/km, consumindo 22,2 km/l de gasolina em ciclo misto. O Mito ainda vai contar com o sistema start/stop.
A tecnologia TwinAir usa um sistema eletro-hidráulico de válvulas que promete reduzir o consumo de gasolina controlando o ar diretamente através das válvulas de admissão, sem intervenção do acelerador. Este motor poderá ainda ser utilizado em outros modelos Fiat e Lancia, como as novas gerações do Panda e Ypsilon. Altavilla anunciou ainda não estar fora cogitação um sistema híbrido que faça uso deste motor, o que deverá fazer as emissões de CO2 caírem abaixo dos 80 g/km.
Esta unidade de força demorou 24 meses para ser desenvolvido e teve um custo de 350 milhões de euros, ou aproximadamente 778 milhões de reais. Ele será produzido na Polônia, a um ritmo de 450.000 unidades/ano.
Alfa Romeo Giulia apenas em 2012
Sedã será feito sobre a plataforma do Giulietta, de quem herda as linhas e os motores
MotorDream - colaborou Automotor/Portugal
A Alfa Romeo quer renovar sua gama com o lançamento do aguardado sedã Giulia, que vai ganhar as ruas da Europa apenas em 2012. O modelo italiano, que irá substituir o 159, será feito sobre a plataforma do hatch Giulietta, o que acaba com as especulações de que ele aproveitaria a plataforma do Chrysler 300.
O modelo deverá ser empurrado pelos mesmos propulsores do Giulietta, com os eficientes JDT a diesel com potências entre 120 e 140 cv, além das versões Quadrifoglio Verde de até 240 cv a gasolina. A recente união entre o Grupo Fiat e a Chrysler dará a marca a experiência para colocar novos sistemas de tração integral no modelo e tornar possível a briga em igualdade de condições com os renomados Audi A4, BMW Série 3 e Mercedes Benz Classe C.
Nestas projeções do site italiano Infomotori, é possível notar que o Giulia traz visual inspirado no Giulietta, com destaque para a traseira com um caimento suave e elegante, além de um desenho harmônico de uma forma geral.
Ferrari lança kit de personalização para 458 Italia
A Ferrari lançou um kit de customização para os que não se contentam em ter na garagem um “simples” modelo Ferrari 458 Italia. Entre as modificações, a fábrica italiana disponibiliza três cores exclusivas da carroceria: vermelha, branca e amarela, além da opção teto preto. Além disso, há ainda as opções de rodas de aro 20, com acabamento em preto fosco. Como qualquer superesportivo em série especial, este também não poderia deixar do carbono de lado e, para isso, adotou o material não só na carroceria, mas também no interior e até no anteparo do motor. Falando no habitáculo, a Ferrari adotou também o couro e Alcantara no revestimento dos bancos esportivos. O motor continua o mesmo, ou seja, um potente V8 de 4.5 litros e 570 cv. A 458 Italia também pode ser equipada com monitoramento de pressão e temperatura dos pneus, navegação por satélite, entrada para iPod, retrovisores interno e externos fotocrômicos, entre outros acessórios
Hamann prepara Lamborghini LP560-4
Internamente, a Hamann instalou novos assentos esportivos com acabamento em carbono, além de volantes e maçanetas internas e console que receberam o mesmo material. De acordo com a preparadora, o motor V10 “ronca mais alto” graças ao novo sistema de escapamentos esportivos. Mas não é só isso: agora são 572 cv que possibilitam o Gallardo chegar até 328 km/h!